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A Felicidade da Abelha, do Golfinho e da Pessoa

Há uma delicadeza no mundo que quase sempre passa despercebida. A abelha pousa na flor sem pedir licença. O golfinho atravessa o mar como quem dança. E ambos parecem saber algo que nós, humanos, esquecemos: a felicidade não é um destino — é uma forma de existir. Jacques Cousteau, esse poeta dos oceanos, lembrava-nos disso. Para ele, cada criatura carregava uma sabedoria silenciosa. A abelha cumpre o seu voo. O golfinho cumpre o seu salto. Nenhum deles questiona se é suficiente. Eles simplesmente são. E talvez seja essa a lição mais profunda:   a vida não pede explicações — pede presença. Cousteau dizia que o homem precisa descobrir isso…  e maravilhar-se com isso. Maravilhar-se:   essa palavra que perdemos no meio das urgências,   dos prazos, das notificações, das expectativas. O espanto é o primeiro passo da consciência.   É o que faz uma criança olhar para o céu e perguntar “porquê?”.   É o que faz um adulto, já cansad...

LIVRO: "ENQUANTO AS MÃOS AINDA TREMEM"

"Enquanto as mãos ainda tremem" é o título do meu primeiro livro, editado e publicado pela Edições Vieira da Silva, em 2018. Sendo um livro de poesia, é muito especial para mim, pois é dedicado à minha mãe e contém ilustrações desenhadas por ela. A maioria dos poemas do livro foram escritos para ela numa altura da sua vida em que ela se começava a despedir deste mundo. Pode adquiri-lo em qualquer livraria física ou online (por encomenda), como a Fnac, Bertrand, Wook, Amazon. COMPRAR