A arte de viver - os 4 hábitos
A felicidade não é um acaso, mas um fino tecido no silêncio dos dias. Os mais felizes — lembra-nos Arthur C. Brooks — não se perdem em excessos, mas erguem a sua vida sobre pilares e hábitos simples e luminosos: - Uma fé ou filosofia que abre janelas para além do próprio ego, convidando-nos a contemplar o infinito. - A família, raiz que nos prende à terra e nos recorda que somos continuidade e pertença. - Amizades verdadeiras, que não se medem em trocas, mas em presenças que nos sustentam quando o mundo vacila. - Um trabalho com propósito, onde o esforço se transforma em serviço, e o sucesso em dádiva. Assim, a felicidade não é um destino distante, mas um caminho que se percorre todos os dias, na fidelidade a estes gestos simples. É no encontro entre transcendência, laços humanos e serviço que o coração descobre a sua morada.